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domingo, 8 de julho de 2012

O amor usual é exigência, o amor real é compartilhar

Mais um texto de Osho, para nos inspirar e nos fazer refletir na forma que vivenciamos esse tal de "Amor".


"O amor usual é exigência, o amor real é compartilhar

O amor não significa o que normalmente se entende pela palavra. O amor usual é apenas um disfarce; algo mais está oculto por trás dele.

O amor real é um fenômeno totalmente diferente. O amor usual é uma exigência, o real é um compartilhar. Ele conhece a alegria do dar e nada conhece do exigir.



O amor usual finge demais. O amor real é, nunca finge; ele simplesmente é. O amor usual se torna enjoativo, açucarado, chato, o que se chama de amor piegas. Ele é enjoativo, nauseante. O amor real alimenta; ele fortalece a sua alma.

O amor usual alimenta somente o seu ego — não o você real, mas o irreal. Lembre-se: o irreal sempre alimenta o irreal, e o real alimenta o real. 

Torne-se um servo do amor real, e isso significa tornar-se um servo do amor em sua pureza suprema. Dê, compartilhe tudo o que você tiver, compartilhe e tenha prazer com esse compartilhar.

Não ame como se fosse uma obrigação, pois assim toda a alegria vai embora. E nunca sinta que você está obrigando o outro a dar algo em troca, nem mesmo por um único instante. O amor nunca pede nada em troca. Pelo contrário, quando alguém recebe seu amor, você se sente grato. O amor fica agradecido por ter sido recebido.

O amor nunca espera recompensa nem agradecimento. Se o agradecimento é feito, o amor sempre é pego de surpresa. Essa é uma agradável surpresa, pois não havia expectativa."


Osho, em "Amor, Liberdade e Solitude: Uma Nova Visão sobre os Relacionamentos"



domingo, 22 de janeiro de 2012

2012 O Reinício

O ano começou há poucos dias e chegou a mil por hora! Dias corridos, boas novidades, situações inéditas. Não posso negar que estou curtindo tudo. Mesmo sentindo um "friozinho" na barriga... Uma certa ansiedade... Mas está sendo muito interessante!

Eu, como uma boa ariana, adoro reinícios. A sensação positiva que carrego ao saber que independentemente do que vivi, das experiências que tive, posso recomeçar, "consertar" situações, curar dores passadas. E, essa capacidade de recomeçar todos nós temos, mas é necessário dar um "chega prá lá" no ego para que os revigorantes reinícios possam ser bem aproveitados para nossa evolução.

Mais uma vez chega a mudança. Ela que já se tornou minha companheira constante... Que de tempos em tempos, dá uma chacoalhada na minha vida exigindo que eu me adapte as novas situações, desconhecidos lugares, encontre diferentes personagens... 

A maioria das pessoas que conheço não gostam de mudanças, e é compreensível. A família, a sociedade em geral, nos educa de modo que devemos buscar a segurança acima de tudo. E nos é passado que, com ela conquistada, poderemos ser felizes. Acredito nisso também, fazendo uma importante ressalva: a segurança a se conquistar é a interior! Não tem nada a ver com acúmulo de bens materiais, casamento, filhos, família, fama. Essas são experiências impermanentes, elas chegam, nos ensinam algo e se vão. O problema é o nosso apego a essas situações e pessoas; então, Dona Mudança chega e dá uma corrigida em nosso trajeto, nos mostrando que a acomodação é inimiga de nosso crescimento espiritual. 

Ah, claro que me revoltei muitas vezes com ela! Mas já conquistei uma relativa maturidade para entender que adaptar-se às novas situações é a maneira mais inteligente e rápida de superar os sofrimentos. 

Pois bem, seja bem-vinda Mudança! Que aconteça o melhor em meu caminho! E muito obrigada por não me deixar viver uma vida medíocre!


Obs: Quando há Amor, não importa as circunstâncias que se vive, ele permanece. Só ele permanece! E está muito além das inúmeras mudanças que nos submetemos. 



terça-feira, 29 de novembro de 2011

Amor... e outras bobagens intituladas de "amor"

Amor...

Não sei falar sobre ele. Leio, ouço inúmeras pessoas tentando descrevê-lo, mas a sensação que tenho é que isso que chamamos de amor, não é Amor! É paixão, carência, necessidade, atração física, conveniência, em suma, ilusões criadas por nossa mente, na qual existe uma outra pessoa que irá viver um "conto de fadas" conosco, realizando todas as nossas mais altas e, muitas vezes, inatingíveis expectativas.

Se ainda não sei ao certo o que é o Amor, pelo menos uma lição fundamental para vivenciá-lo eu assimilei -  Amar e Respeitar a mim mesma, em primeiro lugar! Não podemos dar algo que não temos; e há também aquela antiga frase que acredito muito: 'Semelhantes se atraem!'

Relacionar-se não deixa de ser um exercício de autoconhecimento. Pessoas de diversos perfis psicológicos entram em nossa vida. Esses perfis nada mais são que características que carregamos dentro de nós mesmos projetadas no exterior, representada pelo outro. Sejam elas, boas ou ruins.

Isso é interessante de observar. Toda pessoa que nos ligamos (independe se é uma ligação simpática ou antipática), traz a mesma energia que temos dentro de nós. Isso é uma questão de lógica. Se gostamos do que "vemos" estabelecemos uma relação amistosa, caso contrário, inicia-se (ou reinicia-se, pensando pelo ponto de vista de vidas pregressas) uma relação de conflitos.

Pois é... Observando as relações ao meu redor, constatando que 99,9999...% delas são de atritos, muitas mascaradas por falsos sorrisos e afagos, excessos suspeitos de "eu te amo"; cheguei a conclusão que as pessoas não sabem o que é o Amor e insistem em continuar enganando-se acreditando que sabem.

Eu, ainda, não sei o que é Amor... Mas eu já sei que, o que chamam de amor por aí, absolutamente, não é Amor!